Caminhão
Leve, médio ou pesado, a diesel. O caminhão terceirizado, agregado ou de autônomo faz o teste sozinho, sem precisar de frota.
- Laudo para a empresa contratante
- Caminhão avulso, sem lote mínimo
- Nota para CNPJ ou CPF
Diesel · emissões · OIA-SV nº 0215
O laudo de opacidade veicular — o famoso laudo de fumaça preta — mede com opacímetro o que o olho só desconfia: quanto o seu diesel está emitindo. Onde fazer o teste de opacidade em Recife: frota, caminhão avulso, ônibus, van e pick-up a diesel fazem o ensaio na SIV, no Prado, e saem com o laudo de emissão que a empresa contratante, a fiscalização e os contratos pedem — num organismo acreditado pelo Inmetro, como o próprio Inmetro orienta.
Para quais veículos
Um por vez ou a frota inteira — o mesmo opacímetro para todos.
Leve, médio ou pesado, a diesel. O caminhão terceirizado, agregado ou de autônomo faz o teste sozinho, sem precisar de frota.
O mesmo ensaio, com o mesmo opacímetro, para o ônibus a diesel — e a empresa junta com a inspeção ANTT na mesma visita.
Opacidade é ensaio de diesel: vale para pick-up, van e utilitário tanto quanto para o caminhão.
Mande a lista e a gente distribui os veículos pelos turnos da semana, com um laudo por veículo e nota para o CNPJ.
Caminhão terceirizado
A empresa mudou o jeito de contratar — e o teste de opacidade do caminhão mudou junto.
Por muito tempo, quem trazia caminhão para o teste de opacidade era a empresa com frota própria, dezenas de uma vez. Hoje boa parte do transporte das empresas é terceirizada — e a contratante pede o laudo de opacidade de cada caminhão que entra para trabalhar. Não é mania: pela Portaria Ibama nº 85/1996, quem contrata transporte de terceiros é co-responsável pela correta manutenção dos veículos contratados. O laudo do caminhão terceirizado é a prova que ela guarda.
Por isso o teste de opacidade do caminhão, aqui, é feito um por vez: agregado, autônomo ou transportadora pequena combina o turno pelo WhatsApp, traz o caminhão e resolve sem depender de frota.
Ônibus e micro-ônibus a diesel — urbano, de fretamento, de turismo e escolar — têm limite de fumaça como qualquer diesel, e a empresa de ônibus mantém a autofiscalização da Portaria Ibama nº 85/1996, cujas diretrizes foram escritas pensando justamente na frota de ônibus. O ensaio é o mesmo do caminhão, com o mesmo opacímetro. Empresa de ônibus agenda em lote e pode juntar o teste de opacidade do ônibus à inspeção ANTT na mesma visita, sem segunda viagem.
| Quem exige | Para quê |
|---|---|
| Empresa contratante | Quem contrata transporte de terceiros é co-responsável pela manutenção dos veículos contratados (Portaria Ibama nº 85/1996, art. 2º) — e pede o laudo de cada caminhão terceirizado. |
| Fiscalização de trânsito | Comprovar que o veículo autuado por fumaça acima do limite (art. 231, III do CTB) voltou ao padrão. Os limites estão na Resolução Contran nº 958/2022 — primeiro o valor do fabricante; sem ele, 2,3 m⁻¹ para motor ano-modelo 2000 em diante. |
| Embarcadores e contratos | Transportadora que atende indústria costuma ter o laudo como exigência de cadastro. |
| Editais e licitações | Frota contratada por órgão público com requisito ambiental. |
| Gestão da própria frota | O Programa Interno de Autofiscalização da Correta Manutenção da Frota quanto à Emissão de Fumaça Preta — obrigatório para a empresa com frota própria de carga ou de passageiros a diesel (Portaria Ibama nº 85/1996, art. 1º). |
Vale ser honesto com você: Pernambuco tem uma lei de inspeção veicular ambiental desde 2000, mas o programa nunca foi implantado, e a obrigação de programa municipal só alcança cidades com frota acima de três milhões de veículos. Ou seja, ninguém aqui é obrigado a fazer o ensaio por rotina. O laudo é pedido em situações concretas: autuação de trânsito por fumaça, exigência de embarcador, de contratante ou de edital, e o programa interno de autofiscalização que a Portaria Ibama nº 85/1996 impõe a quem tem frota a diesel — ali, o veículo que solta fumaça preta mais escura que o padrão nº 2 da escala de Ringelmann por mais de cinco segundos seguidos já é considerado fora do padrão.
O próprio Inmetro responde: para fazer o teste de opacidade em veículos, procure um organismo de inspeção acreditado de segurança veicular (OIA-SV) na consulta pública de organismos acreditados. O ensaio segue a ABNT NBR 13037 — a norma que determina a opacidade da fumaça do motor diesel em aceleração livre — e, pela orientação do Inmetro, o opacímetro deve ser computadorizado. A SIV está nessa lista como OIA-SV nº 0215, no Prado, no Recife, e a Resolução Contran nº 922/2022 prevê que a ITL emita laudo de análise de emissão de poluentes para empresas. Veja a orientação do Inmetro.
O primeiro limite é o do fabricante: vem na etiqueta amarela da coluna da porta dianteira direita, na plaqueta do motor ou no manual. Só quando ele não existe entra a tabela da Resolução Contran nº 958/2022; para caminhão e ônibus da fase P8 do Proconve, a Resolução Conama nº 490/2018 fixa 0,4 m⁻¹ em qualquer altitude.
| Veículo a diesel | Limite | Base |
|---|---|---|
| Ano-modelo 2000 em diante | 2,3 m⁻¹ | Resolução Contran nº 958/2022 |
| Ano-modelo 1996 a 1999 | 2,8 m⁻¹ | Resolução Contran nº 958/2022 |
| Até 1995, motor aspirado | 2,5 m⁻¹ | Resolução Contran nº 958/2022 |
| Até 1995, motor turbo | 2,8 m⁻¹ | Resolução Contran nº 958/2022 |
| Caminhão e ônibus da fase P8 do Proconve | 0,4 m⁻¹ | Resolução Conama nº 490/2018, art. 21 |
A escala de Ringelmann é um cartão com seis tons de cinza, do 0 (branco) ao 5 (preto), que o encarregado da frota compara a olho com a fumaça do escapamento. Ela saiu da fiscalização de trânsito e ficou na autofiscalização das empresas, pela Portaria Ibama nº 85/1996. O opacímetro mede a mesma fumaça em número (m⁻¹), sem depender do olho — é o aparelho da blitz e do laudo de opacidade. Quem faz a autofiscalização pela escala de Ringelmann usa o laudo para ter o número que o cartão não dá.
O veículo chega com o motor na temperatura de trabalho e a manutenção em dia. Filtro de ar limpo faz diferença.
A sonda do opacímetro calibrado entra no escapamento, com o veículo parado.
O motor é acelerado até o fim, várias vezes, como manda a ABNT NBR 13037; o índice de opacidade sai da média das medições.
O resultado em m⁻¹ é comparado ao limite do seu motor e vira o laudo de opacidade, assinado pela equipe técnica.
Frota agenda em lote pela página de frotas; caminhão e ônibus avulsos combinam o turno direto pelo WhatsApp.
Fumaça preta é diesel queimando mal — sobra combustível ou falta ar. As causas mais comuns são o filtro de ar sujo, bicos injetores gastos ou desregulados, bomba injetora fora do ponto ou alterada para ganhar força, vazamento na turbina ou nas mangueiras do intercooler e excesso de carga. Vale também para o ônibus soltando muita fumaça preta. Revise com o seu mecânico antes do teste: o opacímetro não negocia — e, se reprovar, o laudo mostra o valor medido e o limite, para o conserto saber onde chegar.
O laudo de opacidade mede fumaça; o teste de ruído mede som. A SIV faz os dois — é o que o serviço de gases e ruídos sempre cobriu aqui. A medição de emissão de ruído usa decibelímetro com o motor em rotação definida e é pedida quando o escapamento foi trocado, quando o veículo passa por alteração de características ou quando a autuação foi por som acima do limite. Vem junto com a opacidade na mesma visita, sem segunda viagem. Junto dele, quando o caso pede, entra a análise de gases dos motores a gasolina, etanol e GNV.
Dúvidas
É a medição da densidade da fumaça que sai do escapamento de um motor a diesel, feita com opacímetro calibrado. O resultado vira laudo — o mesmo documento que muita gente chama de laudo de fumaça preta, e o ensaio, de teste de fumaça preta.
Não há lei que obrigue todo veículo a diesel a ter laudo. O que a norma manda: todo diesel tem limite de fumaça (Resolução Contran nº 958/2022), a empresa com frota a diesel mantém a autofiscalização (Portaria Ibama nº 85/1996) e quem contrata transporte de terceiros é co-responsável pela manutenção deles. Por isso o laudo aparece em contrato de embarcador, cadastro de contratante, edital de licitação e programa interno de frota. A regra é do exigente — o laudo é nosso.
O Inmetro orienta: o teste de opacidade em veículos se faz em organismo de inspeção acreditado de segurança veicular (OIA-SV), pela ABNT NBR 13037, com opacímetro computadorizado. A SIV é um desses organismos — OIA-SV nº 0215, acreditada pela CGCRE/Inmetro —, com opacímetro e equipe de engenheiros no Prado, no Recife.
Não há validade em lei: quem pede o laudo define — há contratante que pede a cada seis meses e quem aceite um ano. A Resolução Conama nº 418/2009 fixa em um ano a periodicidade da inspeção ambiental onde ela existe, o que não é o caso de Pernambuco. Frota costuma repetir antes, por controle próprio.
Manutenção em dia é meio caminho: filtro de ar limpo, bicos e bomba regulados e motor em temperatura de trabalho. Fumaça densa quase sempre é sintoma de manutenção atrasada — e o teste acusa.
Sim. Além da opacidade para diesel, fazemos a análise de emissão de gases e a medição de nível de ruído — a linha completa de ensaios ambientais veiculares, inclusive para frota, com agenda combinada.
O caminhão entra no pátio, o opacímetro é acoplado ao escapamento e o motor é levado ao regime de medição em acelerações livres. O índice sai na hora e vira o laudo de opacidade do caminhão, assinado pela equipe técnica.
Não — são dois ensaios, feitos na mesma visita quando o cliente precisa: opacidade mede a fumaça do diesel; o ensaio de ruído mede o nível sonoro do veículo. Há ainda a análise de gases para veículos a gasolina, etanol e GNV.
Na SIV, no Prado: ITL acreditada pelo Inmetro, com opacímetro calibrado, para carro, caminhão, ônibus, van, pick-up e frota a diesel. Frota agenda em lote pelo WhatsApp (81) 98200-8265 e recebe nota fiscal para CNPJ.
Em três passos: mande o veículo e a placa no WhatsApp para combinar o turno; traga o veículo a diesel com o CRLV e a manutenção em dia; no pátio, o ensaio sai na hora e o laudo é emitido pela ITL. Frota com vários veículos resolve tudo num turno só.
Depende do veículo e de quantos ensaios entram (só opacidade, ou opacidade + gases + ruído). Frota tem valor em lote. Mande a placa e o modelo no WhatsApp (81) 98200-8265 e receba o número na hora.
Nenhuma lei obriga o autônomo a andar com laudo: na rua vale o limite de fumaça, medido pelo fiscal. Quem pede o laudo é a empresa contratante — pela Portaria Ibama nº 85/1996, ela é co-responsável pela correta manutenção dos veículos que contrata. Aqui o caminhão terceirizado faz o teste sozinho, sem precisar de frota.
Faz. Ônibus e micro-ônibus a diesel — urbano, de fretamento, de turismo e escolar — têm limite de fumaça como qualquer diesel, e a empresa de ônibus mantém a autofiscalização da Portaria Ibama nº 85/1996. O ensaio é o mesmo do caminhão, com o mesmo opacímetro.
Fazem. O teste de opacidade vale para qualquer veículo com motor a diesel: pick-up, van, utilitário, caminhão e ônibus. Motor a gasolina, etanol ou GNV faz a análise de gases, não a opacidade.
Primeiro, o valor do fabricante: etiqueta amarela na coluna da porta dianteira direita, plaqueta no motor ou manual. Sem ele, a fiscalização usa a tabela da Resolução Contran nº 958/2022 — 2,3 m⁻¹ para ano-modelo 2000 em diante e 2,8 m⁻¹ para 1996 a 1999. Caminhão e ônibus da fase P8 do Proconve têm limite de 0,4 m⁻¹ (Resolução Conama nº 490/2018).
É um cartão com seis tons de cinza, do 0 (branco) ao 5 (preto), comparado a olho com a fumaça do escapamento. Saiu da fiscalização de trânsito e ficou na autofiscalização das empresas: pela Portaria Ibama nº 85/1996, fumaça mais escura que o padrão nº 2 por mais de cinco segundos seguidos, com o veículo andando, está fora do padrão. O laudo de opacidade mede a mesma fumaça com opacímetro, em número.
Circular com fumaça acima do limite é infração grave (art. 231, III do CTB): multa de R$ 195,23, cinco pontos na carteira do condutor e retenção do veículo até regularizar. Na blitz, a medição é feita com opacímetro aprovado pelo Inmetro (Resolução Contran nº 958/2022).
Depende de quem pede. O Despoluir, programa do transporte com as federações do setor, faz aferição gratuita da fumaça para empresas e autônomos, com relatório e selo — útil na autofiscalização. Quando a contratante, o edital ou a auditoria pedem laudo de organismo de inspeção acreditado, o caminho é a ITL.
O laudo mostra o valor medido e o limite do seu motor. O caminho é a manutenção — filtro de ar, bicos injetores, bomba injetora, turbina — e um novo teste depois do conserto. Vale fazer o teste antes da blitz e antes do cadastro na contratante, justamente para ter tempo de consertar.
Mande o veículo e quem está exigindo o laudo. A gente devolve valor, turno e o que revisar antes para passar de primeira.
Quanto custa? Mande numa mensagem o serviço e o modelo e ano do veículo. O valor volta na hora, sem cadastro e sem formulário.
4,4 de 5 em 783 avaliações no Google · 23 anos no mesmo pátio · ITL acreditada pela CGCRE/Inmetro